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sábado, 26 de janeiro de 2013

CONSUMO DE ALIMENTOS ORGÂNICOS CRESCE E SETOR BUSCA MAIS PRODUTIVIDADE



O cultivo de produtos orgânicos, feitos sem a adição de agrotóxicos, está em ascensão no Brasil. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário, a produção aumenta de 15% a 20% por ano. Mesmo diante do crescimento do consumo, os produtores têm desafios no segmento, como aumentar a produtividade e a oferta dos orgânicos.

As diferenças entre lavouras orgânicas e tradicionais são sutis. A planta, no entanto, é mais clara e o sabor é diferente. O produtor rural Paulo Honda, de Mogi das Cruzes (SP), explica que o controle de pragas é feito a partir de combinações que não afetam o meio ambiente, como uma solução à base de pimenta e alho, que afasta os insetos.

Outra maneira de controlar as pragas é manter o mato que cresce em volta da plantação.

- O mato é um aliado das plantas, existe mato que atrai os insetos mais do que o próprio produto -- destaca o produtor.

Honda trabalha há 15 anos somente com produtos orgânicos. Antes disso, ele utilizava o sistema convencional, até que suas experiências foram compradas por uma empresa da região, que se interessou pela alternativa.

Hoje, o agricultor cultiva seis hectares de alface, brócolis, batata, berinjela e moranga sem utilizar nenhum produto químico.

- O produto é bastante seguro para quem trabalha e especialmente para os consumidores. Nós estamos contribuindo para questões ambientais, como solo, ambiente e recuperação de matas de reserva -- pontua.

No entanto, o produto ainda é caro ao consumidor devido à baixa oferta e produtividade.

- Nós não temos insumos eficientes para produção orgânica. A produtividade ainda é , principalmente nesta época com clima severo. A gente tem uma perda muito grande de produtos folhosos -- explica.

De acordo com o diretor de Agregação do Ministério do Desenvolvimento Agrário,
Arnoldo de Campos, em algumas redes, no entanto, o aumento na produção de alimentos orgânicos pode chegar a 40%, consequência do crescimento econômico, que dá mais opções ao consumidor.


FONTE:http://www.agrosoft.org.br/agropag/224184.htm?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+agrosoft+%28Jornal+Agrosoft%29

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

SAIBA QUANDO É MELHOR OPTAR POR ORGÂNICOS PARA ALIMENTAR AS CRIANÇAS


A busca por produtos orgânicos vem ganhando força no mundo. Nos Estados Unidos, a onda tem como apoiadora a primeira dama do país, Michelle Obama, que cultiva uma horta na Casa Branca e defende a alimentação saudável, tendo escrito até um livro, "American Grown: The Story of the White House Kitchen Garden and Gardens Across America" ("Cultivado na América: A História da Horta da Casa Branca e de Hortas pela América", sem edição em português). Diante de tanto apelo, seriam os alimentos orgânicos fundamentais para a alimentação de bebês e crianças?



"São melhores do que os convencionais, porque estão livres de defensivos (agrícolas), mas não precisam ser uma prioridade para as mães preocupadas com a alimentação dos filhos. Para famílias de baixo poder aquisitivo, por exemplo, não vale o custo benefício, já que os produtos são muito mais caros do que os convencionais", afirma o pediatra Fabio Ancona Lopez, membro do Departamento de Nutrição da SPSP (Sociedade Paulista de Pediatria).

O pediatra Sidney Federmann, especialista em alimentos funcionais do Hospital São Luiz, em São Paulo, tem a mesma opinião. "A prioridade deve ser uma alimentação saudável e variada, com frutas, verduras, legumes, carnes, feijão, leite e derivados e cereais. Sejam eles orgânicos ou não. Além disso, não há uma pesquisa conclusiva afirmando que os orgânicos são mais nutritivos do que os convencionais".

Um dos estudos que constatou que não há evidências científicas de que os alimentos orgânicos apresentam vantagem significativa em relação ao valor nutricional foi conduzido pela Academia Americana de Pediatria. No entanto, a entidade não desestimula seu consumo, já que eles não contêm agrotóxico, além de serem cultivados de forma menos nociva ao meio-ambiente.

Já Sônia Stertz, pesquisadora da UFPR (Universidade Federal do Paraná), fez sua tese de mestrado sobre alimentos orgânicos e afirma que eles são sim mais nutritivos do que os cultivados de forma convencional. “Eles têm mais nutrientes, como vitamina C, fibra alimentar e outros minerais importantes para a saúde, como ferro, potássio e selênio”, declara a especialista.

Medidas de precaução

Segundo a nutricionista Glauce Hiromi Yonamine, supervisora do ambulatório do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é possível eliminar um pouco do agrotóxico ao selecionar e preparar alimentos seguindo algumas recomendações:

- Dê preferência a frutas e verduras da época, pois elas necessitam de menos agrotóxicos;

- Lave bem os alimentos para reduzir a presença de substâncias na superfície;

- Retirar as cascas de frutas e legumes e as folhas externas de verduras ajuda a eliminar os agrotóxicos de superfície;

- A higienização com hipoclorito de sódio é importante para eliminar micro-organismos, mas não acaba com os agrotóxicos. No entanto, o procedimento ajuda a reduzir entre 10% e 20% do agrotóxico de contato (o que é despejado sobre a planta e não passa para dentro dela).
Crianças: mais expostas

Pesquisas à parte, a grande questão para os defensores da onda verde é o nível de pesticidas nos alimentos cultivados de forma convencional, que está relacionado a alguns problemas, como hiperatividade, distúrbios de comportamento, atrasos de desenvolvimento, disfunção motora e até câncer. A maior parte dos casos, porém, ocorre com os trabalhadores que lidam diretamente com as substâncias. Na população em geral, as crianças são as mais expostas aos riscos.

Segundo um estudo da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, alimentos com alto índice de agrotóxico afetam dez vezes mais crianças do que adultos, além de terem efeito cumulativo ao longo da vida. Segundo o pediatra Sidney Federmann, as crianças são as mais afetadas por causa do baixo peso.

Apesar dos riscos sabidos, o Brasil é o campeão no uso de defensivos químicos nas plantações, superando os Estados Unidos. Em 2010, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou o "Para" ("Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos") com amostras de 20 itens. A conclusão foi que 28% do total das 3.130 amostras coletadas apresentavam limites de agrotóxico acima do recomendável ou tinham substâncias não aprovadas para uso.

Campeões de agrotóxicos

Se for optar por alimentos orgânicos para a sua família, é importante ficar de olho em algumas recomendações, de acordo com José Pedro Santiago, diretor da IBD Certificações, certificadora de produtos orgânicos. A primeira delas é verificar se o item tem algum selo que mostre que é certificado ou validado por um organismo aprovado pelo Ministério da Agricultura.

Santiago diz que caso a pessoa for comprar apenas alguns alimentos orgânicos deve dar preferência para aqueles que, quando produzidos de forma convencional, são os mais contaminados por agrotóxicos, como tomate, batata e pepino.

Cultivo tradicional

Ao comprar alimentos cultivados de forma convencional também é possível adotar algumas medidas para evitar a compra de itens muito afetados por agrotóxicos. Confira algumas recomendações da pesquisadora Sônia Sterz:

- Desconfie de legumes muito grandes, que podem ser resultado de adubação e estimulantes artificiais;

- Dê preferência aos produtos nacionais, em vez dos importados. Frutas e legumes produzidos localmente não requerem tantos pesticidas quanto aqueles que percorrem longas distâncias e são armazenados por longos períodos de tempo;

- Opte por folhosas como alface, agrião, almeirão, rúcula, couve-manteiga e cheiro verde, que apresentam ciclo curto de cultivo e por isso recebem menos pulverizações com agrotóxicos;

- Entre as frutas, prefira caqui, pitanga, abacate, acerola, jabuticaba, coco, mexerica (ponkan) e nêspera, que apresentam baixo risco de contaminação;

- Morango, goiaba, uva, maçã, pêssego, mamão papaia, figo, pera, melão e nectarina possuem alto risco de contaminação quando são produzidos de modo convencional.


FONTE: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2012/11/20/saiba-como-aproveitar-os-alimentos-organicos-no-cardapio-do-seu-filho-sem-pesar-no-seu-bolso.htm




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ORGÂNICOS SEM INTERMEDIÁRIOS

A lista de produtos orgânicos que estão conquistando as gôndolas dos supermercados não para de crescer.

No último ano, as iguarias ganharam espaço exclusivo nos corredores, com direito a placas explicativas. Mas a produção nacional ainda insuficiente leva o varejo a importar rótulos made in Espanha, por exemplo. Segundo a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), as vendas de produtos sem agrotóxicos deve alcançar R$ 30 milhões em 2012 - participação ainda tímida frente às vendas totais dos supermercadista no Estado ro Rio Grande do Sul (R$ 15 bilhões). "O gaúcho é o consumidor com maior preocupação em relação à qualidade de vida e ele está disposto a pagar até 40% a mais por produtos saudáveis", avalia o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo. De acordo com o dirigente, o destaque em termos de participação do segmento na comercialização, hoje, se dá no setor hortifruti, onde 10% das vendas, em média, correspondem a orgânicos. E a aposta é que este percentual dobre nos próximos cinco anos.


Mas há também quem prefira as feiras livres, onde impera a venda direta do produtor ao consumidor. Comprar nesses locais é a melhor forma de consumir orgânicos a um custo mais acessível, avalia o coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura (Mapa), Rogério Dias. Segundo ele, sem intermediários, a produção local, que percorre distâncias menores, também é fortalecida. Ganha o consumidor, ganha o agricultor.

O funcionário público Jânio Bertollo Marcon, 50 anos, sabe que a salada do almoço de domingo pode sair bem mais barata no supermercado, mas o sabor e a qualidade compensam os centavos gastos a mais. Ele conhece praticamente todos os feirantes - cerca de 40 - da Feira Ecológica, no bairro Menino Deus, na Capital, pelo nome. Também pudera: frequenta desde as suas primeiras edições. Nascido em Jaguari, na região Central do Estado, é lá que ele reencontra aromas e sabores que marcaram a sua infância. "Venho duas vezes por semana para ter alimentos mais frescos, já que são recém colhidos. Também faço encomendas e aproveito para pegar algumas dicas com o pessoal sobre doenças de plantas para repassá-las para parentes que moram no Interior."

O agricultor é outro que se beneficia da venda direta. Em média, o valor do produto orgânico é 30% superior ao convencional. Olair Nunes dos Santos, 52 anos, de Nova Santa Rita, é um deles. Hoje, quase tudo o que é colhido na propriedade de 12 hectares é comercializado na feira, que ocorre quartas-feiras e sábados no pátio da Secretária da Agricultura (Seapa). Santos consegue enxergar benefícios além do preço diferenciado, a começar pela sua saúde. Há 23 anos, ele decidiu que "os venenos" não iriam mais fazer mal a sua família. Os olhos esverdeados viram, assustados, vizinhos e colegas da Associação Grupo do Erval terem que buscar auxílio médico depois de uma intoxicação. Assentado da reforma agrária, o agricultor conta que o incentivo do governo foi fundamental para a transição.

Além disso, Santos preza pelos laços afetivos com o público. "São mais do que clientes, viraram amigos." Apesar do movimento intenso, no dia em que a reportagem foi à feira, Santos conseguiu dar atenção a um grupo de 15 alunos do Ciep Mané Garrincha, conduzido pela professora Beatriz Lopes, e saciar a curiosidade dos pequenos. Mas nem sempre foi assim. Quando a feira começou, há 15 anos, eram duas bancas para consumidores escassos.
FONTE: http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=324&Caderno=11&Noticia=455770

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PESQUISA AFIRMA QUE ORGÂNICOS TRAZEM BENEFÍCIOS À SAÚDE


A Universidade de Stanford confirma benefício à saúde em 78% das famílias americanas que consomem alimentos orgânicos esporadicamente.

Segundo a pesquisa publicada em setembro de 2012 nos Annals of Internal Medicine, os produtos orgânicos de origem animal estão menos expostos aos antibióticos e contém baixas doses de hormônio de crescimento.

Dessa forma, o consumidor que consome alimentos orgânicos não fica exposto a bactérias resistentes aos antibióticos.

O estudo ainda revela que os produtos convencionais têm 30% a mais de chance de ter contaminação por agrotóxicos que o alimento orgânico. No caso de produtos de origem animal, a taxa de risco de contaminação sobe para 33% com relação ao orgânico.

A produção de carne orgânica no Brasil é bastante recente, aproximadamente 10 anos no mercado nacional de acordo com o site da WWF, ONG brasileira comprometida com a conservação da natureza.

Somente nos últimos três anos é que a comercialização começou a se estruturar definitivamente.

Robert Wilson Jukovski, de 18 anos, trabalha com carnes orgânicas e sentiu essa dificuldade. “No começo ficamos decepcionados com a venda, mas aos poucos fomos crescendo e hoje não pensamos em deixar o negócio”, diz ele.

Robert, que trabalha juntamente com o irmão há dois anos, se encontram todos os sábados na Feira do Passeio Público em Curitiba. Ele explica que o conceito da carne orgânica é diferente. O gado é criado solto, se alimentando de pasto, de maneira natural.

“O animal é tratado com fitoterapia e homeopatia”, afirma Robert. Além disso, o abate é chamado de “humanitário”, pois evita que o animal sofra.

A professora Marilze Mendes, de 48 anos, frequenta a Feira do Passeio Público e é cliente da Taurino’s Organic há dois anos.

“O sabor da carne é mais acentuado que a da carne tradicional”, enfatiza.

Uma das preocupações é também com a carne de frango. Marilze explica que a carne orgânica de frango é livre de hormônios, diferentemente das aves de granja.

O preço é mais elevado que a da carne convencional, mas ela diz que “ainda com o preço mais alto o melhor mesmo é cuidar da saúde”.
 
FONTE: http://www.tribunadabahia.com.br/2012/09/22/pesquisa-afirma-que-alimentos-organicos-trazem-beneficios-saude

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO DE ORGÂNICOS NO RIO DE JANEIRO DESPERTA A ATENÇÃO EM OUTROS PAÍSES

O processo de certificação praticado pelos agricultores orgânicos do estado do Rio de Janeiro começou a chamar a atenção de outros países, disse à Agência Brasil o diretor do Instituto de Agronomia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Antonio Carlos Abboud. Ele falou sobre o setor, durante o Seminário Diálogos para Prática do Desenvolvimento Sustentável, que o Programa de Pós-Graduação em Práticas em Desenvolvimento Sustentável da UFRRJ promoverá semanalmente no Clube de Engenharia até o final do ano.
Formada por pequenos produtores rurais, a produção fluminense de alimentos orgânicos está voltada principalmente para as hortaliças e é encontrada na região serrana do estado. Os produtores se associam em vários núcleos e têm um processo de certificação, o sistema participativo de garantia (SPG), que traz uma mensagem de associativismo. Os pequenos produtores se reúnem em associações para ganhar escala, tendo em vista que as grandes redes varejistas (supermercados) adquirem seus produtos orgânicos de entrepostos de atacado de outros estados, como São Paulo, por exemplo.

De acordo com a Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro (Abio), que coordena esse sistema no Rio de Janeiro e é a entidade do setor mais antiga do país, "os SPGs caracterizam-se pelo controle social, pela participação e pela responsabilidade de todos os membros pelo cumprimento dos regulamentos da produção orgânica". Os membros do SPG estabelecem ações coletivas de avaliação da conformidade dos fornecedores em relação à regulamentação da produção orgânica, acrescenta a entidade.

Antonio Carlos Abboud disse que, no início, as pessoas desacreditaram do SPG, por julgarem que era uma autocertificação. "Mas é um modelo que tem funcionado muito bem e tem chamado a atenção de outros países. Nós somos pioneiros nesse modelo. É bastante democrático, adaptado a pequenos produtores, que estão iniciando ou têm pouco capital".

A vantagem do SPG, reforçou o professor da UFRRJ, é que ele aproxima o consumidor dos produtores. "Os consumidores que fazem parte desse circuito têm uma relação próxima, nas feiras, com o produtor. Cria-se aí um vínculo de confiança entre produtor e consumidor. É uma coisa sólida. Não é uma coisa fria da certificação por auditagem". Para ele, o modelo do Rio tem um cunho mais social.

A produção orgânica do Rio de Janeiro tem muita semelhança com a de Santa Catarina, disse Abboud. Os dois estados têm características de relevo e de condição fundiária similares. Englobam pequenos produtores diversificados e, também, a policultura.

Em outros estados, o professor disse que a produção agrícola orgânica é feita por empreendimentos de grande porte, baseados em ciclos de monocultura, como a do açúcar, da uva ou da laranja, com os produtos certificados por instituições creditadas pelo Ministério da Agricultura.

Para Abboud, esses grandes empreendimentos, embora apliquem técnicas orgânicas, violam alguns princípios da agroecologia, entre os quais a biodiversidade. "Mas não ferem a legislação". O perfil é diferente dos SPGs, embora essa seja uma forma também reconhecida pelo ministério. "Apenas, dispensa-se, nesse caso, o uso de certificadoras".

Abboud não crê que o preço dos produtos orgânicos seja elevado. "O preço é consequência". Ele acredita que à medida que a demanda por orgânicos aumente, a oferta também aumentará e, com isso, o preço vai cair. "Precisa desenvolver o mercado, ampliar a oferta e a demanda, e o preço vai cair", disse.

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Edição: Fábio Massalli

FONTE: http://www.agrosoft.org.br/agropag/222953.htm

PRODUTORES DE ORGÂNICOS DA PARAÍBA RECEBEM CERTIFICAÇÃO


Um grupo de 23 agricultores recebeu certificado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconhecendo cultivo conforme as regras da produção orgânica. Os documentos foram entregues durante a Feira do Empreendedor da Paraíba, que terminou no dia 22 de setembro.

Os produtores rurais que receberam a certificação foram acompanhados por um ano pela Comissão de Orgânicos da Paraíba e, atualmente, vendem seus produtos na feira livre do estacionamento do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS) na capital, João Pessoa. “Trabalho na agricultura há dez anos, mas há cinco com produtos orgânicos. Sei da importância dele para nós e para o meio ambiente. Fiquei feliz em ter o certificado, pois é mais uma prova de que vendemos produtos saudáveis”, disse o agricultor Raimundo Miguel, do município de Pedras de Fogo/PB.

De acordo com a Coordenação de Agroecologia da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa, existem na Paraíba mais de 40 feiras livres que vendem produtos orgânicos e o cultivo dessa produção no estado ocupa uma área de 4,3 mil hectares.

FONTE: SEBRAE Ddisponível em: http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=237814&codDep=6

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CAMOMILA COMO DEFENSIVO ALTERNATIVO

Usada para prevenir ataques de doenças fúngicas, especialmente em sementeiras.



Deixar as flores de molho em água fria, uma colher de chá de flores para uma xícara com água fervendo, regando depois as plantas.

Outra Receita (Camomila):

Ingredientes:

  • 50 gramas de flores de camomila;
  • 1 litro de água.
Modo de Preparo e Uso:

  1. Misturar 50 gramas de flores de camomila em 1 litro de água. 
  2. Deixar de molho durante 3 dias, agitando 4 vezes ao dia. 
  3. Após coar, aplicar a mistura 3 vezes a cada 5 dias.


FONTE: PEREIRA, W. H. Práticas alternativas para produção agropecuária agroecológica. EMATER-MG. Disponível em: http://www.ciorganico.agr.br/wp-content/uploads/2012/09/Manual_de_Praticas_Agroecol%C3%B3gicas-Emater1.pdf