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sábado, 15 de setembro de 2012

AGRICULTORES ORGÂNICOS TÊM ALTERNATIVAS DE MERCADO

Com atuação limitada às feiras populares ou a campanhas eventuais de conscientização sobre a importância de alimentos saudáveis, agricultores familiares atendidos pelo Programa Agroecolóico Integrado e Sustentável (Pais), da Fundação Banco do Brasil (FBB), ganham novas alternativas de mercado em Rondônia.

Pais é a tecnologia social que atende a pequenas propriedades familiares na produção de alimentos cultivados com biofertilizantes e bioinseticidas no lugar de agrotóxicos, e que vendem a produção além da necessária para o próprio sustento.

Três exemplos ocorrem semanalmente em instituições como o Sebrae, a Emater e a Embrapa, em Porto Velho (RO). Uma vez na semana, um produtor expõe e comercializa parte de sua produção de hortaliças, frutos e verduras.

Atendendo a encomendas, ou em vendas espontâneas, esses produtores cativam novos clientes e adeptos desse tipo de alimento, já que seus produtos, além de totalmente saudáveis, têm durabilidade muito maior.

Entre os adeptos dos alimentos orgânicos este Cleide Pereira da Silva, funcionária do Sebrae/RO. “A gente se informa, recebe orientação de especialistas, mas não encontra os produtos nos supermercados. As hortaliças duram mais, além de ser altamente saudáveis”, diz ela.

Caminho

O produtor orgânico que semanalmente comparece ao Sebrae é Ronaldo de Mattos, presidente da Associação de Agricultores Agroecológicos de Porto Velho. “Essas feiras são o caminho. Não deixam de ser uma venda direta ao consumidor, que compra produtos mais baratos que nos mercados, onde os preços são diferenciados”, diz ele.

A tecnologia Pais em Porto Velho tem a parceria do governo federal, FBB, prefeitura, Semagric, Emater, Embrapa, Seagri e Sebrae.

Ronaldo diz que está em estudo o mesmo tipo de atuação em condomínios residenciais. “Faremos uma espécie de kit com os produtos para oferecer aos moradores”.


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